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Salário acima do piso atrai docentes de outros estados para Roraima

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20 de junho de 2011 - 03:59
in Imprensa 1
Reading Time: 4 mins read
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indiosAtraídos pelo maior piso salarial do país, professores de todo o Brasil se mudam para lecionar na rede estadual de Roraima.

Lá, o professor com formação de nível médio em início de carreira recebe R$ 1.400, fora uma gratificação de R$ 700, para jornada de 25 horas semanais. Um docente com doutorado no fim de carreira pode chegar ao teto de R$ 5.297,84 com gratificações para a mesma carga horária, segundo dados do governo.

Professores que atuam em escolas de difícil acesso em Roraima também recebem um adicional que pode atingir até 20% do salário base. Cerca de 80% das unidades escolares entram neste quesito, segundo a secretária de Estado da Educação, Cultura e Desportos, Lenir Rodrigues Luitgards Moura. Segundo ela, das 366 escolas do estado, 222 são indígenas, e em algumas o acesso é feito somente a pé ou a cavalo. “Em outras 101 escolas o acesso se dá só por helicóptero e avião, em outras 13, por barco e canoa.”

Segundo a lei do piso do magistério e entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), um professor com nível médio deve ter remuneração de R$ 1.187 para uma jornada semanal de até 40 horas. Levantamento feito pelo G1 com governo e sindicatos mostrou que oito estados brasileiros não cumprem esta recomendação. São eles: Amapá, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Bahia, Ceará, Goiás, Pará e Rio Grande do Sul.

professor_paraibano‘Não adianta ter dois ou três empregos’
Paraibano formado em física, Damião de Souza Carvalho, de 28 anos, seguiu o exemplo do irmão mais velho e se mudou para Roraima em 2007, após ser aprovado em concurso público.

Carvalho dá aulas de física para o ensino médio nos períodos da manhã e tarde em uma escola próxima de sua casa no município de Caracaraí e, apesar de ter as noites livres, descarta a possibilidade de arrumar outro emprego.

“O custo de vida aqui é alto, mas dá para viver tranquilo. Vivo bem, nem se compara à vida na Paraíba. Roraima é um estado que oferece mais oportunidade”, afirma o professor. Para ele, o salário de cerca de R$ 2.400 brutos, é suficiente. “Poderia pegar outra escola, mas minha aula não teria a mesma qualidade. Não adianta ter dois ou três empregos e chegar à sala de aula exausto”, diz o professor que pretende ingressar no mestrado.

‘Há respeito pelo professor’
Vlagner Fiorese, de 30 anos, também mudou de estado para dar aulas de educação física em Roraima. Ele é natural do Paraná e compõe o corpo docente da rede estadual desde 2008.

No Paraná ganhava salário base de R$ 600 para jornada de 40 horas; atualmente recebe cerca de R$ 2.000 – incluindo gratificação – por 25 horas semanais. “Aqui há um respeito pelo professor tanto que muita gente migra de outros estados. Temos muitos professores da Bahia, Maranhão e de outros lugares”, afirma

Fiorese mora em São João de Baliza, perto da escola onde leciona e se diz acostumado com as diferenças culturais dos estados. “O povo é acolhedor, tive proposta para voltar ao Paraná, mas hoje eu não volto.” Prestes a concluir a pós-graduação lato sensu em “Educação especial e inclusiva”, Fiorese também quer fazer mestrado.

Para a secretária de Educação de Roraima, Lenir Rodrigues, se o salário oferecido pelo estado fosse baixo, seria praticamente impossível preencher o quadro com profissionais qualificados. “Nosso custo de vida é alto por estarmos longe dos grandes centros. Além disso, o governo reconhece o trabalho dos professores como de suma importância para o desenvolvimento social do estado.”

Lenir diz que o governo se esforça para aplicar os 25% do orçamento em educação, conforme prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal, e que pretende no próximo ano desmembrar a secretaria de educação da de cultura e esportes para poder investir mais na pasta. Um dos desafios do estado, segundo a secretária, é melhorar a infraestrutura das escolas que hoje está longe do adequado.

O corpo docente da rede estadual de Roraima é formado por 5.079 professores do estado, 1.287 da União, e 714 temporários. No total, eles atendem 86.147 alunos.

(* Colaborou Maria Angélica Oliveira) 

Fonte: Vanessa Fajardo Do G1, em São Paulo*

Foto: Arquivo Pessoal do Professor

Foto: France Telles/ Divulgação


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